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 Tendências de Marketing Digital para 2017

Tendências de Marketing Digital para 2017

É impossível prever o futuro. Mas, com base em pesquisas e muito planejamento, é possível traçar diretrizes que vão ajudar a entender as principais tendências de Marketing Digital para 2017.

Nos próximos anos, os usuários passarão a ser impactados em todas as etapas da sua jornada de forma engajada e relevante. E nos devemos estar prontos para enfrentar cada uma das mudanças que acometem esse setor, de maneira tão rápida.

O post de hoje é um apanhado dessas tendências. Todas elas apontadas por nosso time de especialistas em Marketing Digital.

Prepare o seu café e boa leitura!

Consolidação do Mobile

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Como já mostramos neste post sobre a Invasão Mobile, a população mundial atualmente é de 7,5 bilhões de pessoas. Destas, 1,6 bilhão já estão conectadas através de dispositivos móveis, de acordo com um estudo feito pela ZDNet.

No Brasil o crescimento do tráfego de dados móveis até 2018 deverá ser de 11 vezes o atual, crescendo mais de 60% ao ano. É a prova que a mobilidade se tornou uma necessidade. O mundo digital atual está se tornando cada vez mais prático, já é possível, por exemplo, reservar hotéis, fazer compras e até mesmo efetuar pagamentos através do celular.

O Brasil aparece entre os cinco mercados mais importantes para o segmentos dos smartphones, junto com China, Índia, Indonésia e Rússia. Por isso é tão imprescindível que as empresas otimizem seus sites para o mobile.

YouTube cada vez mais forte em anúncios

Segundo estatísticas do próprio site, o YouTube tem mais de um bilhão de usuários, quase um terço dos usuários da Internet. E, a cada dia, as pessoas assistem a milhões de horas de vídeos, gerando bilhões de visualizações.

Com base nas pesquisas Video Viewers 2015 do Google Brasil, o YouTube é, disparadamente, o preferido para ver anúncios. Cerca de 85% das pessoas estão propensas a prestar mais atenção a vídeos ou anúncios de marcas no YouTube quando vistos no smartphone.

O YouTube também é um assistente de compras, pois 87% das pessoas o acessam pelo smartphone na hora de decidir comprar algo em uma loja física ou e-commerce. Esse número sobe para 92% entre o pessoal de 18 a 24 anos.

Com os anúncios TrueView, por exemplo, os usuários escolhem anúncios relevantes para eles e o anunciante alcança pessoas que estão interessadas em sua mensagem. O recurso também entrega mais detalhes dos produtos oferecidos e as lojas ainda podem linkar os produtos diretamente do Google Merchant Center.

Messenger para Empresas

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O Messenger está ganhando uma vida cada vez mais independente do Facebook, e, como tal, precisa apresentar novas formas de se tornar rentável. Prova disso é o Messenger para empresas. Ele já está sendo utilizado por algumas empresas líderes dos seus setores como central de atendimento automatizada, como é o caso da Natura.

A proposta do Facebook é que as mensagens substituam os e-mails de confirmação e detalhes da compra. Através da nova plataforma, os empreendedores poderão fornecer informações sobre o pedido, como número de rastreamento da entrega, e enviar dados da compra, como recibos e notas fiscais.

A utilização do Messenger como chat pelas empresas, ainda pode ajudar a aumentar a satisfação do cliente: Os consumidores têm relatado os mais altos índices de satisfação em chat ao vivo (73%), em comparação com plataformas tradicionais, como e-mail (61%) ou telefone (44%).

Vídeo

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Os vídeos apresentam taxas de conversão fantásticas! E com isso, o marketing digital está cada vez mais focado em sua utilização. No Facebook, os vídeos são o formato de conteúdo mais efetivo, pois auxiliam no aumento de engajamento e alcance das publicações.

Um estudo realizado pelo Facebook no início de 2015, constatou que em apenas um ano o número de vídeos publicados por pessoa no Facebook teve um crescimento de 75% no mundo e cerca de 94% nos Estados Unidos. E não é só a quantidade de vídeos que aumentou, as visualizações dos vídeos no feed de notícias do Facebook também aumentaram mais de 300% em um ano.

Canvas

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O Canvas oferece um espaço digital personalizável para desenvolver um conteúdo multimídia no Facebook, possibilitando uma experiência completa e imersiva para os usuários.

Visto como uma forte tendência para 2017, já existem inúmeros cases de sucesso com a utilização do Canvas.

No Canvas, é possível criar uma página de destino onde o usuário pode ter acesso a mais informações sobre um produto ou serviço sem precisar sair do Facebook. O ponto principal é que a funcionalidade usará a mesma tecnologia de carregamento de fotos e vídeos no Facebook. Ela possibilita que os conteúdos sejam até 10 vezes mais rápidos que na versão web dos dispositivos móveis.

Machine Learning

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A aprendizagem avançada de máquina é uma das áreas mais relevantes dentro da Inteligência Artificial. Nessa aprendizagem, as Redes Neurais Profundas (DNN) movem-se além da computação clássica mimetizando o comportamento de cérebro humano. Isso porque há uma série de atividades melhor desempenhadas por pessoas do que por computadores.

Na programação tradicional, um programador escreve instruções explícitas, passo a passo, para o computador seguir. Com o aprendizado de máquina, os programadores não mais escrevem instruções para os computadores. Eles os treinam.

Um exemplo bem prático dessa tecnologia é a opção de tradução simultânea disponível no Skype. Assim como as crianças, os sistemas foram alfabetizados com horas de conversações, variando até os sotaques para melhorar a experiência do usuário.

Inteligência Artificial

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A inteligência artificial, por exemplo, vai oferecer oportunidades de marketing em torno da geração de insights, chatbots, assistentes pessoais e otimização de compra de mídia. A realidade virtual, entretanto, está perto de cumprir sua promessa como uma ferramenta viável de marketing, capaz de oferecer experiências de marca emocionalmente envolventes. A realidade aumentada existe há mais tempo, mas o sucesso do Pokémon GO levou a uma reavaliação das possibilidades de marketing da tecnologia.

35% dos utilizadores avançados da Internet querem ter um conselheiro de IA no local de trabalho. E um em cada quatro gostaria de ter IA a exercer funções de chefia. Em simultâneo, cerca de metade mostra preocupação com o facto de robôs com IA poderem fazer com que muitas pessoas percam os seus empregos.

Inteligência Coletiva

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O conceito de Inteligência Coletiva foi utilizado inicialmente por Pierre Lévy, em seu livro com o mesmo nome. Segundo ele, a Inteligência Coletiva é uma inteligência distribuída por toda parte, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta em uma mobilização efetiva das competências.

Em outras palavras, é dizer que se cada pessoa contribuir com seu conhecimento e habilidade, todo o coletivo será capaz de criar ideias inovadoras, com o poder de transformação na sociedade e nas relações interpessoais.

Um exemplo disto são os hackathons, eventos em que reúnem programadores, designers e outros profissionais da área da tecnologia em uma maratona, cujo objetivo está em desenvolver projetos de maneira coletiva.

Chatbots

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Em 2016, inúmeras grandes empresas, como Facebook, Microsoft, Google e até mesmo a Apple, abriram suas plataformas para que milhares de desenvolvedores, designers, startups e empresas criassem chatbots.

Explicando de maneira sucinta, Chatbots são softwares de respostas automáticas, projetados para automatizar as conversas entre o cliente e a empresa usando o conceito de Machine learning. Esses robôs ainda podem ser ativados através de aplicativos comuns de mensagens, como Telegram, WhatsApp, Messenger e tantos outros.

Existem dois tipos de Chatbots. Os primeiros são baseados em regras, que só funcionam através de comandos ou palavras-chave específicas. Os outros são baseados em inteligência artificial, e possuem a capacidade de entender o que você quer dizer através do que você escreve ou pergunta, de maneira personalizada, interativa e instantânea.

RankBrain

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Em 2015, o Google anunciou o começo da utilização de um sistema de inteligência artificial que utiliza aprendizado de máquina para processar os resultados de busca do Google, chamado RankBrain.

Baseado no conceito de que todo o nosso conhecimento está na conexão entre nossos neurônios e nosso cérebro, ele faz parte do algoritmo que o Google utiliza para procurar os termos de busca em bilhões de páginas na Internet, e encontrar os resultados mais relevantes.

Dentro do algoritmo do Google, a principal função do RankBrain é interpretar as buscas feitas pelos usuários. A finalidade é encontrar páginas que a princípio não são diretamente relacionadas com a palavra-chave que foi utilizada na busca.

Mobile first

Como já mostramos neste post sobre a invasão mobile, os smartphones passaram a interferir na maneira como os sites são criados. Desde 2014, quando a quantidade de pessoas que acessa a web via smartphone superou a de acesso via desktop e notebook, uma nova perspectiva denominada Mobile First vem se consolidando.

Este conceito denomina os sites que são planejados e desenvolvidos com a finalidade primeira de atender às demandas das tecnologias móveis (telas pequenas) ao invés das dos desktops (telas grandes).

Além disso, o design responsivo, onde o formato mobile é pensado primeiro, ganhou ainda mais importância, quando foi apontado como um ponto importante nos fatores de ranqueamento do Google. Isso porque uma das políticas da empresa é oferecer aos usuários uma excelente experiência online.

Velocidade de carregamento

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Ter um site de carregamento rápido deve ser uma prioridade para qualquer empresa ou empreendimento online. Ninguém gosta de páginas com carregamento lento, não é?

O problema é que esse cenário pode gerar resultados mais drásticos do que você imagina. Durante testes sobre resultado de pesquisas, a Google descobriu que meio segundo de aumento no tempo de carregamento de uma página levava cerca de 20% dos participantes dos testes a abandonarem o site que estavam visitando.

O Google leva muito em consideração esse fator, inclusive lançou, em parceria com a Automaticc, o AMP. Um plugin para WordPress que utiliza uma tecnologia nova para carregamento rápido de páginas web.

De acordo com testes realizados pelo Pinterest, o Google Amp aumentou a velocidade de carregamento em dispositivos móveis em até 4 vezes, usando 8 vezes menos dados do que em formatos tradicionais.

Neste post você encontra tudo o que precisa para saber sobre o AMP.

Growth hacking

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Growth hacking é um termo inicialmente cunhado por Sean Ellis, mentor e primeiro gestor de marketing do Dropbox, no artigo Find a Growth Hacker for Your Startup.

Combinando SEO, Inbound marketing, testes A/B e conteúdo viral, o Growth hacking promove a busca, de maneira científica e bem embasada, de “gatilhos”. Ao serem acionados, esses gatilhos promovem um crescimento acelerado para a empresa.

Neuromarketing

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O Neuromarketing é uma ciência relativamente nova, uma evolução do marketing tradicional que estuda a essência do comportamento do consumidor por meio da neurociência e de técnicas de tecnologia investigativa comportamental (como eletroencefalograma, medição de batimentos cardíacos, ressonância magnética, medição de pupilas, etc.).

O objetivo desta ciência nada mais é do que buscar a chave para o entendimento da lógica de consumo, entender os desejos, impulsos e motivações das pessoas que as levam comprar determinados produtos e escolher determinadas marcas, em detrimento de outras. Assim como, estudar as reações neurológicas que agem diretamente no inconsciente do consumidor.

Relacionamento personalizado

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Seja em redes sociais (principalmente), ou com plataformas com foco em performance, como Chaordic e Criteo, as empresas conectadas com o marketing digital estão deixando a desejar em prestar o serviço personalizado.

As abordagens invasivas e de massa, comumente utilizadas nas estratégias de marketing tendem a decair lentamente. As empresas devem ter isso em mente ao se relacionarem com seus clientes.

É importante ressaltar que relacionamento exige lealdade. Mais do que atender o cliente é preciso servi-lo, ser útil, ser personalizado. Eles querem que seus desejos, necessidades e valores sejam traduzidos nos produtos e serviços que as empresas oferecem.

Omni Channel

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Ligado a uma evolução do multi-channel, o conceito de Omni Channel está inteiramente ligado à experiência do consumidor. Por este motivo, um dos primeiros passos para a criação de uma estratégia Omni Channel é se colocar no lugar do consumidor e tentar entender como tornar a jornada de compra dele melhor.

Integrar estoques de lojas online e físicas, permitir pagar online na loja física ou comprar online e retirar na loja física são exemplos deste “modelo de atribuição”. Em 2017 o conceito de Omni Channel tende a ser ainda mais ativo. Por este motivo, é preciso que todos os canais de comunicação com o cliente sejam cada vez mais integrados.

Os usuários não possuem comportamentos iguais, querem agilidade, independente de onde estejam. Prova disso é que, de acordo com o IDC Retail Insights os consumidores Omni Channel gastam até 15% a 30% a mais do que os compradores multi-channel.

Algumas dessas inovações já estão em voga no marketing digital há algum tempo, mas, nos próximos anos, elas assumirão força total. Por este motivo, a pergunta que não quer calar é: você está preparado tendências de Marketing Digital para 2017?

Caso queira deixar sua sugestão ou tenha ficado com alguma dúvida, deixe um comentário.
Até a próxima!

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